Existem doenças incuráveis?

Para a medicina tradicional e alopática, sim.

Para a medicina holística e energética, não.

Sob o aspecto energético o que existe são pessoas incuráveis, ou seja, que não querem se curar. Dito desta maneira parece cruel: como é possível alguém não querer se curar? Esta afirmação é uma simples verdade que pertence ao campo energético e emocional de grande parte da humanidade.

Para a psicologia energética, todas as doenças são consequências de desequilíbrios energéticos/emocionais causados por choques ou traumas não processados e transformados em padrões em nosso subconsciente. A intensidade emocional da experiência (o trauma) será determinante para o tamanho do bloqueio energético, e consequentemente a resposta física (também maior ou menor): desde um simples resfriado até doenças crônicas. A área onde o desconforto se manifesta no corpo e o tipo da doença correspondem a padrões emocionais específicos. O câncer, por exemplo, é uma doença ligada ao desamor, à rejeição, à raiva. Se ele surge no cérebro, pode corresponder a um desequilíbrio mental ou intelectual. Ao se manifestar no útero ou próstata – tão comuns hoje – está ligado a culpas ou frustrações neste campo. Um câncer ósseo pode significar rigidez, intolerância, intransigência…

A Psicologia Energética constitue um empolgante campo de compreensão destas manifestações físicas e oferecem um excelente caminho para a cura e auto cura das doenças, a partir da eliminação destes padrões negativos. É a permanência no padrão emocional viciado que gera a doença. Mas a grande dificuldade é enxergar estes padrões, aceitá-los e transformá-los, abandonando sistemas de crenças que nos aprisionam. Alguns estudos já demostram que diariamente criamos e dissolvemos pequenos tumores pelo nosso corpo. Os abalos negativos do dia-a-dia e nossa atitude diante deles são definitivos para uma resposta positiva em nosso corpo.

Carl Simonton, médico americano que trabalha com pacientes de câncer através de meditação e visualização criativa, no Cancer Counseling and Reserch Center, em Dallas, Texas, diz: “Algo que costuma acontecer muito frequentemente com meus pacientes é o fato deles ficarem aterrorizados quando lhes dizemos, após tratamentos médicos e sessões de visualização bem sucedidos, que eles não têm mais indícios da doença. Verificamos que eles reconhecem que com efeito haviam criado o tumor por algum motivo – e o estavam usando como uma muleta para continuarem vivendo. Se subitamente ficam sabendo que não possuem mais o tumor, e ainda não tiveram como substituí-lo por nenhum outro instrumento, a sensação de perda é enorme. […] Eles não estão prontos para estarem bem; não estão preparados para agirem de maneira saudável; sua família e a sociedade em que vivem não estão dispostos a tratá-los de maneira diferente; e assim por diante. Pouco a pouco, à medida que evoluem e se desenvolvem, os pacientes vão conseguindo modificar seu sistema de defesa e tomar conta de si mesmos, lançando mão de novas maneiras para fazê-lo” (*)

Por tudo isso, precisamos entender que a cura tem alguns princípios simples mas necessários: mudar hábitos e padrões negativos e destrutivos; abrir seu coração para o perdão, e principalmente o autoperdão. É um salto quântico, mas uma experiência que vale a pena!

Para aprender mais:

Epigenética – não somos vítimas de nossos genes

“Somos Vítimas De Nossas Crenças”

A epigenética nos permite resgatar o controle sobre nossa vida: os teóricos que defendem a tese de que os genes comandam nosso destino parecem ignorar as experiências sobre as células anucleadas realizadas há mais de 100 anos. Mas não podem ignorar as novas pesquisas, que também mostram que eles estão enganados. Enquanto o projeto Genoma Humano figurava em todas as manchetes, um grupo de cientistas iniciava um novo e revolucionário campo da biologia chamado epigenética. A ciência da epigenética, que significa literalmente “controle sobre a genética”, modificou completamente os conceitos científicos sobre a vida. Na última década, as pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! Influências ambientais como nutrição, estresse e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura.

Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é passado pela dupla espiral.

Não há dúvida de que as descobertas epigenéticas deixaram para trás as descobertas genéticas. Desde a década de 1940, os biólogos vêm isolando o DNA do núcleo das células para estudar os mecanismos genéticos. Nesse processo de abrir a membrana do núcleo retirado e remover os cromossomos, compostos metade de DNA e metade de proteínas reguladoras, em sua ânsia de estudar o DNA, jogavam fora as proteínas. Na verdade, estavam jogando fora o bebê junto com a placenta. Hoje esse bebê está sendo resgatado com o estudo das proteínas dos cromossomos, que desempenham um papel tão crucial na hereditariedade quanto o DNA.

Outros estudos mostram que os mecanismos epigenéticos são um fator importante em diversas doenças, entre elas o câncer, os problemas cardiovasculares e a diabetes.

Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir suas doenças a fatores hereditários. A mídia alardeou a descoberta do gene do câncer de mama, mas deixou de mencionar que 90 por cento dos casos desse tipo de câncer não está associado a genes herdados. A maioria ocorre por alterações induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos.

Para entender um pouco mais, assista ao vídeo “A Matrix Viva”: