Regressão – a terapia de vidas passadas

Liberdade. Aqui e agora.

Este é o objetivo de qualquer trabalho de autoconhecimento – e a Regressão não é uma exceção. Mas liberdade tem infinitos níveis, então talvez a melhor pergunta seja: que nível nós verdadeiramente desejamos atingir?

Ao longo de nossos anos atuando na área terapêutica, tivemos acesso a incontáveis ferramentas de cura e autotransformação.

Algumas, como florais ou EFT, tão simples que qualquer criança pode utilizar. Mas é importante lembrar que simplicidade não é sinônimo de ineficiência – e os milhares de casos de sucesso registrados pelo uso destas técnicas, nas mais diversas situações, comprovam seu potencial.

No entanto, nos últimos anos, temos sentido uma lacuna em todos estes métodos.

Para um número significativo de clientes, eles são altamente eficientes dentro daquilo a que se propõem.

Para outros, existe a sensação de estar andando em círculos, rodeando o mesmo problema central, cercando questões semelhantes, aliviando muitos sintomas, mas sem uma “abertura” real. Pra estas pessoas, a sensação é de falta algo.

Entretanto, existe um ponto em comum em ambas as situações: a busca por soluções dentro da mesma camada em que os problemas foram criados. Na verdade, elas até são encontradas pouco acima (o que já é suficiente para o número expressivo de bons resultados). Mas o que exatamente nós queremos dizer com “camada”?

Camadas – como uma cebola!

Pra entender como nós funcionamos, precisamos compreender que não somos seres lineares: todos possuímos diferentes níveis de consciência (mente consciente, subconsciente e inconsciente são termos populares que ilustram esta questão).

Quando você lê este texto, por exemplo, ou cuida de suas atividades diárias, está atuando dentro de níveis superficiais, chamados consciência ordinária ou mente discursiva (termos praticamente autoexplicativos).

Esta é a mesma “mente falante” que produz a voz incessante em sua cabeça, que se apega em crenças e situações, que compara como forma de se encontrar, que dá significados às coisas e pessoas, que julga e justifica suas atitudes. Ela é apenas uma pequena fração de quem nós somos, uma minúscula frequência dentro de um vasto espectro de estados de consciência – embora a grande massa de seres humanos tenha feito dela sua morada pelo simples fato de nunca terem experimentado nada além de seus estreitos limites (técnicas de meditação tem justamente este objetivo: expandir nossos níveis de consciência e percepção).

Quando utilizamos técnicas “convencionais” de autotransformação – qualquer uma que funcione dentro da mente discursiva – temos resultados equivalentes ao nível em que acessamos.

Ao trabalhar com crenças, por exemplo, continuamos atuando em níveis ligeiramente diferentes da mesma mente discursiva (crenças são facilmente identificadas por um especialista, mesmo que passem despercebidas pelo cliente). Ou seja, elas não estão tão ocultas quanto sugerem!

Podemos até substituir uma crença “negativa” por outra “positiva” – e embora este seja um grande avanço para muitas pessoas, estamos apenas trocando nossos óculos de lentes cinzas por lentes amarelas – mas a questão básica permanece: continuamos de óculos! Este tipo de método pode até nos tornar bem-sucedidos em alguns empreendimentos diários e substituir nossa velha gaiola enferrujada por uma dourada, mas a causa primária continua ali: continuamos cercados por grades invisíveis, morando numa caverna que, por falta de referências, parece um mundo inteiro (o Mito da Caverna de Platão expressa muito bem esta realidade!).

E essa é justamente a peça-chave que faltava em nosso entendimento: enquanto trabalhamos unicamente em níveis ordinários da mente, não conseguimos atingir a causa básica do sofrimento humano – o eclipse do nosso Ser – porque é justamente a mente quem faz isso! Existem ganhos, mas a profundidade de nossa consciência não é atingida simplesmente porque nenhuma destas técnicas e métodos foram desenvolvidos para provocar abertura interior. Continuamos afastados de nossa Verdade, embora estejamos “crentes” de que conhecemos o caminho…

Todos estes métodos podem ser muito eficazes na superfície, e tem a capacidade de acalmar muitas tempestades e pacificar muitos conflitos, mas os verdadeiros monstros das profundezas continuam intocados por eles!

É neste ponto que entra a REGRESSÃO, porque ela tem a capacidade de “ir além”.

Deixamos as limitações de memórias recentes para encontrar as “causas primárias” de questões que sequer suspeitávamos que existissem.

Podemos experienciar a sensação de continuidade que está além do tempo ou do entendimento mental, através de um “sentir” que palavras não conseguem descrever, acrescentando uma dimensão metafísica REAL em nossas vidas.

Passamos a viver de maneira muito mais profunda, muito além da experiência que qualquer crença poderia nos proporcionar – e começamos, verdadeiramente, a SER MAIS!

DETALHES IMPORTANTES:

É preciso acreditar em vidas passadas pra passar por uma regressão?

Não. Crenças geram expectativas, que tendem a distorcer a pureza da experiência. E se você não acreditar em nada, também não tem nada em que duvidar!

Conhecemos vidas passadas para escrever um romance?

Definitivamente não! Acessamos estas memórias pra reconhecer padrões ocultos de condicionamento mental. Lembre-se que Liberdade é sempre a nossa meta!

Existe perigo em realizar uma regressão?

Bem, precisamos entender que nem tudo é pra todos!

Se você não está seguro, toma medicamentos controlados, tem quadro de hipertensão ou debilidade cardíaca, então regressão não é pra você. Grávidas exigem cuidado redobrado.

O mesmo princípio se encaixa se está “curioso” sobre o processo. Nestes casos, outros métodos menos intensos são recomendados. É preciso uma certa “maturidade” pra passar pelo processo.

Seja como for, a regressão somente é feita após entrevista com o interessado.

Qualquer pessoa consegue atingir um estado de regressão?

Utilizamos um método de percepção de estados sutis de energia e consciência para identificar bloqueios. Isto permite que os clientes acessem memórias muito vividamente, sentindo-se em um corpo diferente e revivendo episódios passados com todas as sensações,  percepções visuais e auditivas, levando a intensas liberações emocionais.

Através deste método, algumas pessoas têm resultado imediato.

Outras precisam de mais sessões para se conectar a estes estados.

Muitas simplesmente não o atingem!

Meditadores, em geral, conseguem regressar com mais facilidade (se você conhece meditação Vipassana, existe uma similaridade de princípios).

Quais as aplicações? De que maneira um processo sistemático de regressão pode me beneficiar?

As aplicações são as mesmas que outros métodos possibilitam: autoconhecimento, paz interior e a resolução de bloqueios em todas as áreas de interação humana. E particularmente, uma expansão e clareza de consciência sem precedentes, o que para muitas pessoas possibilita uma transformação profunda em sua vida.

Mas além do anteriormente mencionado, para aprender mais sobre a extensão do processo, sugerimos o estudo do livro “Regressão, terapia de vidas passadas para liberdade aqui e agora” escrita por Samuel Sagan e disponível em nossa página de apostilas.

Mais alguma recomendação especial?

Um certo grau de entusiasmo é sempre bem-vindo!

Além, é claro, de disposição pra se conhecer e aprofundar cada vez mais.

INSTRUÇÕES PARA O ATENDIMENTO EM REGRESSÃO:

1 – É necessário primeiramente preencher a ficha de atendimento e envia-la;

2 – Após o recebimento da ficha, agendamos uma entrevista prévia (com duração de até 30min);

3 – Somente depois da entrevista é que o pagamento da sessão deve ser realizado – e quando a confirmação deste ocorrer é que a data da sessão é agendada.

 

VALORES:

  • o valor de cada sessão (que dura em média 1:30h) é de R$ 180
  • pacotes de 4 sessões tem o valor de R$ 640

 

Pagar sessão individual com pagseguro: